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Eletrônicos são apreendidos em investigação sobre furto de cartão bancário de idosa em Belém

Uma familiar estaria em posse do cartão da vítima, realizando diversos saques em caixas eletrônicos e compras em estabelecimentos

O Liberal
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Um mandado de busca e apreensão domiciliar foi cumprido em Belém para investigar o crime de furto qualificado pelo abuso de confiança, que teve como vítima uma idosa. A ação da Polícia Civil ocorreu na manhã desta quarta-feira (14). Segundo a PC, os agentes apreenderam o aparelho celular de uma mulher que estaria usando indevidamente o cartão bancário da própria tia.

A ação foi realizada por meio da Delegacia de Proteção à Pessoa Idosa (DPPID), em conjunto com a Polícia Científica. A ordem judicial foi expedida pela Vara do Juízo das Garantias de Belém. Conforme a PC, as investigações apontam que a investigada se aproveitou da relação de confiança mantida com a tia para retirar, de forma recorrente, o cartão bancário da vítima. Estariam sendo realizados diversos saques em caixas eletrônicos e compras em estabelecimentos comerciais.

Segundo a delegada Caroline Batista, esse trata-se de um caso de violência patrimonial ocorrida no âmbito doméstico e familiar, onde uma idosa teve o cartão bancário subtraído reiteradamente por sua sobrinha. “A partir da posse do cartão e da senha, a sobrinha ia até caixas eletrônicos, realizava saques vultuosos e também fazia compras em vários estabelecimentos comerciais”, explica.

A idosa não sabia como o dinheiro vinha saindo da conta, mas, em razão desses vários furtos, ela foi decaindo no padrão de vida, a ponto de outros familiares e vizinhos do prédio perceberem essa mudança e a necessidade de oferecer ajuda”, acrescenta.

Também de acordo com a delegada, ainda será verificado, por meio de perícia, se pelo aparelho celular a sobrinha acessava também a conta bancária. “No primeiro momento, contudo, o que observamos, juntamente com a equipe de peritos que estava presente, é que ela mantinha salvo, de forma oculta no celular, fotos de outros cartões bancários e de transferências via Pix também”, ressalta a delegada.

“Em decorrência da ação criminosa, a idosa passou a apresentar um padrão de vida incompatível com seus rendimentos e histórico profissional, chegando a depender de doações de familiares e vizinhos para sua subsistência, inclusive alimentação”, diz a PC.

O acesso ao aparelho celular apreendido tem como finalidade verificar a eventual utilização do dispositivo para o controle ou a movimentação da conta bancária da vítima, bem como a obtenção de outros elementos relevantes para o esclarecimento dos fatos investigados.

“Durante o cumprimento da diligência, peritos da Polícia Científica constataram a existência de diversas fotografias de cartões bancários da vítima e comprovantes de transferências armazenados na área de itens ocultos do aparelho”, informou a PC. O celular foi encaminhado para análise pericial, a fim de verificar possíveis acessos às contas bancárias da idosa por meio do dispositivo utilizado pela investigada.

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