Caso de meningite é confirmado em Nova Timboteua, no Pará
O paciente foi diagnosticado no Hospital Universitário João de Barros Barreto, em Belém, onde permanece internado sob acompanhamento médico
Um caso de meningite foi confirmado no município de Nova Timboteua, no nordeste paraense. A confirmação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde do município, por meio de nota informativa publicada na conta oficial da prefeitura do município no Instagram. Segundo o comunicado, o paciente foi diagnosticado no Hospital Universitário João de Barros Barreto, em Belém, onde permanece internado sob acompanhamento médico.
Desde a confirmação do diagnóstico, a Secretaria Municipal de Saúde está adotando todas as medidas necessárias de cuidado, prevenção e monitoramento, incluindo o acompanhamento de familiares e de pessoas que tiveram contato próximo com o paciente, conforme os protocolos das autoridades de saúde.", diz a nota.
Sintomas da meningite
Conforme destacado como serviço pela Secretaria Municipal de Saúde de Nova Timboteua, entre os principais sintomas da meningite estão febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas e vômitos, sensibilidade à luz e sonolência ou confusão mental. A orientação é que, ao apresentar qualquer um desses sinais, a pessoa procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica.
"A Secretaria reforça que não há motivo para pânico, O caso está sendo acompanhado com responsabilidade, transparência e rigor técnico, com todas as providências necessárias para garantir a segurança e a proteção da população.", finalizada a nota.
Sespa e Barros Barreto
A reportagem solicitou posicionamento à Secretaria de Saúde Pública do Estado do Pará (Sespa) para informar o número de casos de meningite registrados no Estado e esclarecer se o órgão estadual realiza algum tipo de monitoramento sobre o caso confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde de Nova Timboteua.
Em nota, Hospital Barros Barreto informou que em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o CHU-UFPA não pode divulgar informações clínicas, administrativas ou assistenciais relacionadas a pacientes, por se tratarem de dados pessoais sensíveis protegidos por sigilo. Todas as informações sobre o atendimento e a conduta terapêutica são discutidos pelas equipes de atenção à saúde e comunicadas exclusivamente ao paciente ou ao familiar responsável
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