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No Pará, Pix é a forma de pagamento favorita dos pequenos negócios

Em 10 operações de venda, quase sete são feitas com Pix, número supera média nacional

Valéria Nascimento
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O pix foi lançado oficialmente no Brasil em 16 de novembro de 2020, pelo Banco Central. De lá para cá, o sistema se popularizou a ponto de ser o meio de pagamentos e recebimentos mais usual nas compras de bens e contratação de serviços em todo o Brasil.

O Pará acompanha o cenário nacional. De acordo com pesquisa do Sebrae e do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 66% dos pagamentos recebidos pelos pequenos negócios são por pix.

Esse percentual do Pará está acima da média nacional, que chegou a 59%. Em segundo lugar, aparece dinheiro, com 9%, e em seguida o boleto, com 7%. O cartão de crédito ficou apenas na quarta colocação, com 6%.

“O uso do pix se consolidou em nosso estado e só traz vantagens, como segurança, custo baixo ou até custo zero, agilidade, otimiza a gestão administrativa, melhora o fluxo de caixa e a gestão financeira do negócio”, observa o gerente da Unidade de Relacionamento Empresarial do Sebrae no Pará, Antônio Romero.

O levantamento aponta, também, que a tendência é a mesma em toda a Amazônia Legal. O top 6 dos estados em que o pix lidera é composto inteiramente por unidades que compõem essa região: Amazonas (74%), Roraima (71%), Tocantins (69%), Amapá e Maranhão (68%), o Pará fecha esse ranking.

A Região Norte, por sua vez, é a que apresenta a maior média de uso do pix no Brasil: 68%. Logo atrás, surgem as regiões Nordeste (61%), Centro-Oeste (60%), Sudeste (59%) e Sul (57%). Da mesma forma, do total de pagamentos realizados por essas empresas, 58% deles são feitos via Pix, 24% por meio de boleto e 6% em dinheiro.

Mais sobre o pix

O pix é um sistema de transações financeiras criado pelo Banco Central do Brasil, que permite transferências e pagamentos instantaneamente. O sistema conta com regras de limites e segurança para evitar fraudes, sendo fiscalizado pela Receita Federal para fins tributários.

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Economia
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