Gramado do Modelão é alvo de críticas do técnico do Paysandu: 'Nenhuma condição' Márcio Fernandes lamenta estado do campo durante a goleada sofrida em Castanhal e afirma que sequer é possível analisar a atuação do time Pedro Cruz 06.03.22 19h02 Estado do gramado foi se deteriorando conforme o jogo foi transcorrendo (John Wesley/Paysandu) O péssimo estado do gramado do Modelão, em Castanhal, inevitavelmente foi o tema central da entrevista coletiva do técnico Márcio Fernandes após a goleada de 4 a 0 sofrida para o Japiim. Poucas lições puderam ser tiradas do confronto, já que o estado do campo não permitia a prática do futebol. Lama, buracos e poças d'água impediram a bola e os próprios jogadores de correrem de maneira apropriada. "Não dá para analisar [o desempenho do time]. Não dá. O que você pode tirar proveito aí é de um empenho, um esforço maior de um jogador, mas, tecnicamente, não dá para tirar proveito nenhum", lamentou Fernandes. VEJA MAIS Lateral do Paysandu detona gramado do Modelão e culpa FPF: 'Falta o mínimo de bom senso' Campo de jogo do estádio do Castanhal foi alvo de duras críticas dos jogadores. Castanhal goleia Paysandu e se classifica à fase final do Parazão; saiba mais Em jogo bastante movimentado, o Japiim da Estrada se despediu da primeira fase com uma vitória expressiva, por 4 a 0 Parazão 2022: veja quem são os classificados e os cruzamentos das quartas de final Última rodada definiu o destino das 12 equipes do Campeonato Paraense. Dos quatro gols sofridos para o Japiim, em dois a situação do gramado influenciou diretamente. Isso porque foram bolas que poderiam ter sido rebatidas pela zaga bicolor, o que não ocorreu por causa de escorregões "na hora H". "Os jogadores do Castanhal estavam mais acostumados ao gramado, sabem como jogar. Você vê que, curiosamente, os jogadores do Castanhal quase não escorregavam. Os nossos toda hora escorregando, caindo, não se adaptando ao campo. Tomamos dois gols por esse motivo, jogadores escorregando na hora", apontou o treinador bicolor. Meiões do Paysandu, que eram brancos, terminaram o jogo de outra cor (John Wesley/Paysandu) Durante a entrevista, Márcio Fernandes também reforçou que não é a primeira vez que reclama dos gramados do estado. Mesmo em jogos que o Papão venceu ou empatou, o técnico apontou a situação problemática de outros campos, como o Souza, onde os bicolores enfrentaram Tuna Luso e Tapajós. "Quando você perde, tudo o que a gente fala soa como uma desculpa. Mas eu já vinha falando antes, bem antes de ter acontecido. E hoje, se tivesse vencido o jogo, teria falado do mesmo jeito. A gente trabalha o time para jogar futebol. Nunca, em um campo desse, é possível você conseguir jogar futebol. É um campo que não te proporciona nenhuma condição. Não só para o Paysandu, para o Castanhal também. Agora, eles estão mais acostumados ao gramado, se adaptaram mais rápido e conseguiram a vitória. Nada contra a vitória deles, não tiro o mérito, mas é lógico que, para ter uma melhor qualidade, um melhor futebol, a primeira coisa que tem que ter é um gramado bom", concluiu o treinador. A derrota para o Castanhal foi a primeira do Papão na temporada. E, mesmo goleado, o Paysandu permanece com a melhor campanha geral do Campeonato Paraense, com 71% de aproveitamento dos pontos. O Alviceleste vai jogar as quartas de final do Parazão contra o Tapajós. A fase mata-mata do estadual é disputada em jogos de ida e volta. Por ter a melhor campanha, o Paysandu decidirá a classificação em casa. O jogo de ida contra o Boto Santareno será na quarta-feira, às 9h30 da manhã, no Estádio do Souza. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave esportes futebol paysandu parazão 2022 jornal amazônia COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Paysandu . Desculpe pela interrupção. 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