Executivo do Paysandu reclama de insegurança no Baenão e pede ética e profissionalismo ao Remo Fred Gomes utilizou a sua conta no Instagram para reclamar da forma como o staff bicolor foi tratado no Baenão Fábio Will 04.07.22 13h04 A forma como o Paysandu foi recebido no clássico não agradou à diretoria bicolor (Caio Maia/O Liberal) O clima ferveu novamente nos bastidores do clássico entre Remo x Paysandu, disputado no domingo (3), no Estádio do Baenão, de propriedade do Clube do Remo, em Belém. O executivo de futebol do Papão, Fred Gomes, reclamou da forma como o staff bicolor foi recebido no Baenão, afirmou que o local destinado ao Paysandu era inseguro e que o Remo foi antiprofissional, além de pedir ética e respeito aos adversários. VEJA MAIS Thiago Coelho: goleiro do Paysandu lamenta cânticos homofóbicos em Re-Pa: 'Não é bom para ninguém' O jovem goleiro foi alvo do preconceito de alguns torcedores e disse que atitudes como esta não cabem mais no esporte Com falha do goleiro Vinícius e jogo movimentado, Remo e Paysandu empatam pela Série C; vídeo As duas equipes fizeram um jogo intenso, com várias oportunidades de gols, que resultaram em um ponto para cada lado Lembranças de um clássico: a história do 'Verdadeiro Robgol', o último a marcar três gols em Re-Pa No início dos anos 2000, um desconhecido Robinho chegava ao Remo para marcar o nome na história do clássico mais disputado do planeta Em sua conta no Instagram, Fred Gomes falou que mais uma vez, em jogo no Baenão, não teve profissionalização da equipe do Remo, em administrar os espaços destinados aos visitantes no Baenão. Whatsapp: saiba tudo sobre o Paysandu. Recêêêba! “Em jogo válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, Paysandu e Remo entraram em campo mais uma vez nesta temporada, todos sabem que dentro das quatro linhas existe uma disputa por território e cada um defende sua camisa. Porém, fora de campo, a profissionalização não existiu mais uma vez por parte do adversário”, publicou. Alegou falta de segurança no Baenão Fred Gomes reclamou da falta de segurança e que os dirigentes e pessoas ligadas ao staff alviceleste, foram alocadas próximo ao torcedor remista e que teve que contar com a ajuda da Polícia Militar para o deslocamento ao vestiário. “O Paysandu Sport Club foi recebido de forma desrespeitosa na casa do adversário, onde nos colocaram em um espaço em meio aos torcedores rivais, no qual sofremos agressões verbais, momentos de tensão em certas situações no jogo e com pouca garantia de segurança. Não estou culpando a instituição, ela é refém de pessoas que se intitulam dirigentes, mas são apenas indivíduos com pensamentos retrógrados que atrapalham o futebol. O ápice do desrespeito e falta de preparo dos "profissionais" do clube adversário foi no intervalo da partida, onde necessitamos de escolta e aí vale ressaltar a qualificação e competência da Polícia Militar e seguranças do Paysandu Sport Club, que souberam administrar toda a situação da ida e vinda dos profissionais que precisavam se locomover até o nosso vestiário”, escreveu. Com cerca de 700 agentes, Segup organiza esquema de segurança para o Re-Pa 766 O Clássico entre Remo e Paysandu ocorre neste domingo (3), às 17h, no Estádio do Baenão, pela Série C Duras críticas à arbitragem O executivo bicolor também criticou a arbitragem da partida e afirmou que o Paysandu foi prejudicado com lances duvidosos e que o resultado poderia ser outro. "Dentro das quatro linhas, o empate por 2 a 2 poderia se transformar numa possível vitória do Paysandu, mas em lances duvidosos, o Papão foi prejudicado até mesmo em situações fáceis de conduzir, a arbitragem teve outra interpretação. Estes erros, infelizmente, estão no dia a dia do futebol brasileiro, no entanto, o ‘maior clube do Norte’, sentiu-se prejudicado. Mas, agora é hora de concentrar as atenções no próximo adversário e buscar resultados que nos levem aos nossos objetivos”, contou. Técnico do Paysandu rebate críticas sobre baixo aproveitamento em Re-Pa: 'ganhei quando jogador' Somando passagens pelo Remo e pelo Papão, Márcio Fernandes acumula apenas uma vitória em clássicos, com 33% de aproveitamento. Remo: Justiça bloqueia 10% das rendas do Re-Pa e mais dois jogos; confira a decisão Determinação vem por dívida por um empréstimo feito pelo ex-presidente do clube, Amaro Klautau Pediu ética, respeito e responsabilidade Fred Gomes, que já foi executivo do Remo em 2015 e 2016, falou da importância do esporte e que problemas pessoais não podem interferir nas relações dos clubes. "Por fim, quero deixar bem claro que problemas pessoais não podem ser inseridos no meio do esporte, temos que agir com ética, respeito e responsabilidade até mesmo com nossos adversários. Abraços e saudações bicolores!”, finalizou. Remo A equipe de O Liberal entrou em contato com o Remo e aguarda um posicionamento do clube. Eterno Re-Pa dentro e fora de campo Essa não é a primeira vez em que dirigentes do Paysandu reclamam de como são tratados no Baenão e também na Curuzu. No Parazão e em jogos da Copa Verde de 2021, dirigentes das duas equipes trocaram farpas em seus sites reclamando da falta de “hospitalidade” no estádio adversário. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave esportes remo futebol série c paysandu executivo do paysandu fred gomes jornal amazônia baenão re-pa COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Paysandu . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos. Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado! 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