Medalhista em Tóquio, Bruna Lima revela meta ambiciosa do Brasil no mundial de vôlei sentado Jogadora da seleção quer conquistar título inédito no torneio disputado na China, em maio Caio Maia 27.02.22 8h00 Bruna Lima, paraense da seleção brasileira de vôlei sentado. (Cristino Martins/ O Liberal) Após conquistar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção brasileira de vôlei sentado feminino quer mais. Quem afirma isso é a paraense Bruna Lima, uma das jogadoras da equipe do Brasil que participaram de uma sessão de treinamento no centro paralímpico nacional, em São Paulo. Em entrevista ao O Liberal, Bruna afirmou que está se preparando para o mundial da modalidade, que ocorre na China, em maio, e quer conquistar o título inédito da competição. VEJA MAIS: Bruna Lima é uma das representantes do Pará nas Paralimpíadas de Tóquio Paraense disputa os Jogos Paralímpicos na Seleção Brasileira de Vôlei Sentado Paraense conquista o bronze no vôlei sentado feminino em Tóquio-2020 Bruna Lima integra a seleção brasileira que venceu o Canadá na disputa pelo terceiro lugar da modalidade nos Jogos Paralímpicos Paraense Bruna Lima fala sobre conquista de medalha em Tóquio e projeta Jogos de Paris em 2024 Em entrevista ao O Liberal, atleta fala sobre o carinho do povo japonês durante as Olimpíadas e revela "rotina de estrela" desde que chegou ao Brasil "A gente parte do princípio que Brasil é a terceira melhor equipe do mundo pela conquista nas Olimpíadas. Com certeza temos chances de subir mais degraus no pódio. Nós estamos trabalhando muito e o nosso foco é a medalha de ouro", revela Bruna. Segundo a atleta, não há receita mágica para atingir essa meta ambiciosa. A única maneira de aumentar o rendimento é treinando. Ela conta que, pelo menos uma vez ao mês, a seleção se reúne em São Paulo para uma espécie de "intensivão". Todas as jogadoras passam uma semana no centro paralímpico brasileiro vivendo o esporte. "É comum a gente ter essas fases de treinamento. Nossa rotina nesses momentos é bem puxada. São dois treinos de quadra todos os dias, fora a academia três vezes na semana. Além disso, fazemos treinos na piscina em duas oportunidades", conta Bruna. Bruna Lima, ao fundo, faz parte da equipe que conquistou o bronze em Tóquio (Wander Roberto/CPB) Apesar do trabalho duro nos treinos, a paraense conta que a seleção brasileira vive um momento especial após a medalha olímpica. Ela explica que o resultado obtido em Tóquio trouxe mais visibilidade à modalidade. Apesar disso, ela conta que as atletas ainda não recebem o incentivo necessário. "O bronze de Tóquio trouxe muita visibilidade pra gente. Toda essa divulgação, com certeza, faz com que mais pessoas com deficiência busquem o esporte. Além disso, conseguimos retornos a nível nacional, como o primeiro grande patrocínio para a seleção brasileira. Apesar disso, eu sou a única paraense da seleção e não recebo apoio de nada do estado. Creio que as autoridades deveriam nos valorizar e olhar mais para o esporte", explica Bruna. Além do mundial da China, a paraense terá mais um compromisso com a seleção em 2022. Após o torneio, a seleção brasileira disputa um classificatório para outro mundial, desta vez o de 2023. No cenário nacional, a previsão é de mais dois eventos: uma competição aberta a equipes do exterior e uma Copa do Brasil, reunindo os dois melhores times de cada estado. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave esportes mais esportes vôlei sentado mundial de vôlei sentado bruna lima seleção brasileira COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Mais Esportes . Desculpe pela interrupção. 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