VNL Seleção Brasileira Feminina perde do Japão e disputa 3º lugar na Liga das Nações de vôlei Brasil levou o jogo para o tie-break, mas as japonesas conseguiram fechar o jogo Agência Estadão 22.06.24 17h11 Seleção chegou às semifinais invicta (Divulgação / VNL) Após uma campanha perfeita, com 13 vitórias em 13 jogos na Liga das Nações, a seleção brasileira feminina de vôlei foi derrotada pelo Japão por 3 a 2 (26/24, 20/25, 25/21, 22/25 e 15/13) neste sábado (22) pela semifinal da competição. As japonesas enfrentam Itália, que venceu a Polônia na outra semifinal. O Brasil disputa o terceiro lugar na Liga das Nações contra a Polônia neste domingo (23). Será a primeira final do Japão, rival do Brasil na fase de grupos da Olimpíada de Paris-2024, na competição. Como esperado, as japonesas começaram bem sólido na defesa e logo abriu uma vantagem de 7 pontos. O técnico Zé Roberto Guimarães que havia começado a partida com Roberta, Rosamaria, Gabi, Ana Cristina, Thaisa e Carol, além da líbero Nyeme, resolveu mudar a equipe. Ele colocou Tainara, Macris e Júlia Bergmann, que entrou muito bem na partida. Bergmann foi a maior pontuadora na primeira parcial com 7 pontos. VEJA MAIS VNL Masculina: Seleção brasileira tropeça diante do Canadá e adia classificação Equipe de Bernardinho não rendeu e acabou derrotada pelos canadenses Zé Roberto prevê jogos 'difíceis' na fase de grupos da Olimpíada de Paris-2024 Equipe feminina do Brasil conheceu os adversários do Grupo B dos Jogos Olimpícos A seleção brasileira reagiu quando o placar marcava 15 a 8. Com Macris no saque, foram 6 pontos na sequência até o Japão voltar a marcar e fazer 16 a 14. O Brasil seguiu na recuperação até ter pela primeira vez no partida vantagem no placar: 18 a 17. O momento parecia muito propício ao Brasil, que chegou desperdiçou três sets points. O Japão manteve a calma, conseguiu se manter vivo e fechou o set na primeira oportunidade que teve: 26/24. A equipe asiática também começou a segunda parcial com vantagem no placar. Zé Roberto manteve Macris e Júlia Bergmann em quadra, mas voltou com Rosamaria no lugar de Tainara. A decisão se mostrou acertada, já que Rosamaria conseguiu elevar seu nível de jogo. O Brasil passou a liderar o placar no 12 a 11. Diferentemente do primeiro set, quando vacilou na hora de fechar a parcial, o Brasil mostrou concentração e tranquilidade e fez 25 a 20 e empatou a semifinal em 1 set a 1. O ponto decisivo foi marcado pela capitã Gabi, que também teve um desempenho bem melhor na segunda parcial. Júlia Bergmann novamente terminou como a maior pontuadora, com 7 pontos no set. O Japão aproveitou um momento de desconcentração da seleção brasileira e abriu uma vantagem confortável no final do terceiro set: 22 a 17. O Brasil conseguiu reagir e diminuiu a vantagem para 22 a 21. As asiáticas retomaram o comando do jogo e fecharam em 25/21. Precisando vencer para se manter vivo na partida, o Brasil começou muito bem o quarto set e abriu 6 a 0. O Japão chegou a empatar o set em 10 a 10 e 21 a 21, mas em nenhum momento esteve à frente no placar. Júlia Bergmann saiu no meio do set e recebeu tratamento na panturrilha esquerda, e Ana Cristina entrou em seu lugar. A seleção forçou o tie-break ao marcar 25/22. No set decisivo, o Japão aproveitou erros do Brasil e logo abriu 4 a 0. A seleção brasileira viu as rivais abrirem 7 a 2, mas conseguiu equilibrar o jogo e ficou um ponto atrás das japonesas até empatar em 9 a 9. A partir deste momento, os times foram se alternando no placar até o Japão aproveitar um erro de recepção e marcar 13 a 11. O Japão fechou o jogo com um bloqueio para fora do Brasil. "No final foram detalhes que definiram o jogo", afirmou Rosamaria à Sportv. "É até difícil raciocinar no calor do jogo." 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