Segundo os autos, a ação trata de supostos crimes cometidos após a diplomação, incluindo dano qualificado com violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado
Em ambos os casos, Dino afirmou que a 'indevida demora' na formalização da perda dos mandatos fez com que eles apresentassem emendas que agora estavam bloqueadas por decisão judicial.
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