Impulsionado pela alta do petróleo em meio às tensões entre EUA e Irã e pelo fluxo estrangeiro, índice avança 1,35%, alcança o segundo maior fechamento da história e tem Petrobras e bancos entre os destaques do dia
Alta do barril e dólar em valorização formam cenário preocupante; efeitos já começam a ser sentidos nos postos e tendem a se espalhar por toda a economia paraense nas próximas semanas caso guerra continue.
A ameaça do presidente Donald Trump elevou os preços futuros do petróleo, que já vinham estendendo os ganhos da semana passada com as expectativas sobre uma nova rodada de conversas entre autoridades russas e americanas acerca de um possível cessar-fogo mais amplo na Ucrânia.
Investidores seguem tomando posições de cautela, antes da divulgação dos dados de inflação ao consumidor e produtor dos EUA, que serão divulgados durante esta semana
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