Segundo as investigações da Polícia Civil, os envolvidos utilizavam anúncios reais de veículos, enviando fotografias e dados verídicos dos bens para induzir as vítimas ao erro, simulando intermediação legítima da venda
Os advogados alegaram que o processo já foi encerrado, as perícias concluídas e que não haveria mais interesse do Estado em manter os bens sob custódia
A Prefeitura de Belém disse que, no centro histórico, estão inseridos cerca de 1.700 imóveis considerados de interesse à preservação, os quais possuem o mesmo efeito de bens tombados
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