Empreendedoras de Belém e Castanhal apostam no reaproveitamento de resíduos têxteis e em elementos da cultura regional para conquistar mercados internacionais e garantir independência financeira
Setores fortes da economia paraense, como a Indústria e Serviços recuaram, conforme dados da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa)
Enquanto o Brasil cresceu 3,2%, economia paraense avançou apenas 1,4%, freada por quedas na Agropecuária e no setor de Energia, desempenho inferior a vizinhos como Acre e Tocantins.
Avanços no salário mínimo, expansão da energia solar, crescimento do comércio e turismo, superávit na balança comercial e protagonismo internacional marcaram economia paraense e brasileira.
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