Alexandre de Moraes não vai proibir mesários de usar camisa da seleção brasileira

Em reunião com quatro centrais sindicais, o presidente do TSE e ministro do STF afirmou que está tranquilo quanto ao andamento das eleições e que a Polícia Militar trabalhará em conjunto com serviços de inteligência para impedir desordem nas seções

Gabriel Mansur
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, informou aos membros de quatro centrais sindicais, que não irá proibir o uso de camisas da seleção brasileira por parte dos mesários. A definição foi feita nesta quarta-feira (28).

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Segundo informações do portal Metrópoles, eleitores do atual presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), iniciaram um movimento que busca convencer os apoiadores de Bolsonaro a vestirem a camisa verde e amarela durante o trabalho nas eleições. Esta seria uma maneira de intimidar eleitores, afinal, a camisa verde e amarela foi apropriada pela direita após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff

Miguel Torres, representante da Força Sindical, afirmou que Moraes acredita que o movimento não terá sucesso, e que o TSE dispõe de dados dos mesários, que têm responsabilidades no dia das eleições. Segundo o ministro, isso deve ser suficiente para inibir qualquer desvio de função

Polícia Militar trabalha em conjunto com serviços de inteligência para inibir desordem nas seções

Alexandre de Moraes afirmou também que os serviços de inteligência estão trabalhando em conjunto com a Polícia Militar para impedir qualquer tipo de desordem nas seções eleitorais. O ministro afirma estar tranquilo quanto ao andamento do pleito, tendo em vista que as manifestações do dia sete de setembro ocorreram dentro da normalidade, apesar do clima hostil nas redes sociais.

Ainda segundo Moraes, o TSE trabalha para realizar uma campanha de divulgação em massa a respeito do canal de denúncias de violência que o órgão dispõe

(Estagiário Gabriel Mansur, sob supervisão da editora web de OLiberal.com, Ana Carolina Matos)

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