Psicanalista explica a prática do ghosting, que usa do sumiço para o término abrupto de relações

Um parceiro amoroso que, em um certo dia, decidiu não responder mais as mensagens nas redes sociais, atender ligações e bloqueou o outro, como forma de encerrar o relacionamento sem confronto ou diálogo antes. Ou então, um familiar que saiu de casa e cortou relações com o resto da família, sem explicar a escolha. As duas situações são exemplos do ghosting, uma estratégia para dar um fim às conexões amorosas, sociais e familiares de forma repentina, sem justificativa. A psicanalista Jéssica Pingarilho, de Belém, explica que o ato pode ter impactos psíquicos tanto em quem pratica quanto em quem é vítima. Reportagem: Ayla Ferreira, estagiária Supervisão: Fabiana Batista, coordenadora do núcleo de Atualidades Imagens: Arquivo Pessoal

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